Vivenciamos momentos importantes no processo democrático mundial. A sociedade tem participado e buscado de uma forma ou de outra interferir no processo de tomada de decisões do poder público. A busca da Política deveria ser a luta pelo bem-comum em toda sua totalidade, contudo, temos uma série de problemas que se manifestam no processo decisório. Os serviços prestados pelo Estado são de péssima qualidade. A tributação excessiva atua como um enorme inibidor do crescimento econômico e as intervenções do Estado,  às vezes, prejudica mais do que ajuda. Por isso, é de suma importância que a política seja vista com mais seriedade e não como coisa de bandido pelo eleitor. A sociedade precisa perceber que as ações dos políticos irão interferir em nossas vidas de uma maneira ou de outra e que a melhor forma  de construirmos uma sociedade mais justa e igualitária é abrindo caminhos e possibilitando o acesso à educação de qualidade. Por quê? A EDUCAÇÃO é a principal coluna de sustentação do desenvolvimento econômico e social de qualquer país. Enquanto, mantivermos pessoas na escuridão, ou seja, sem acesso à educação, estaremos condenados a manter a realidade pífia da exclusão social e da marginalização de grande parte da sociedade.

Este espaço irá tratar dessas pequenas questões, que podemos chamar de: POLÍTICA DO COTIDIANO

Precisamos Sair da Zona de Conforto…

Enquanto, continuarmos aceitando as decisões tomadas pelos nossos representantes políticos de maneira passiva, com certeza, não conseguiremos romper com os vícios do processo. A sociedade civil necessita  provocar o Poder Público, ou seja, precisa exigir seus direitos e fazer valer o artigo 5º de nossa Constituição.

Resumindo: Precisamos deixar a zona de conforto e participar ativamente do processo, reivindicando nossos direitos. Os cofres públicos são assaltados todos os dias pelos homens que se dizem patriotas. Tudo isso ocorre,porque não temos coragem de ir para as ruas e lutar por melhores condições de vida. O povo, em sua grande maioria, tem sofrido com os desmandos e tramóias políticas em todo esse continente brasileiro.

Nossa Amazônia se encontra nas mãos de piratas e vendilhões, abandonada pela sociedade, enquanto isso, multinacionais e diversos paises ganham rios de dinheiro com sua biodiversidade e os minérios de grande valor agregado (ouro, diamante, nióbio,etc). Não podemos continuar deixando nosso país ser tratado como uma colônia das multinacionais e dos pseudos patriotas. É fundamental que estejamos preparados para tomar posse do que é nosso. Neste momento nossas riquezas estão sendo exploradas e contrabandiadas pelas nossas fronteiras  e, ainda,  temos   um Brasil sem cidadania e tomado pela miséria . É o jogo do ludíbrio…

As políticas assistencialistas e afirmativas não irão romper com a exclusão social por si só; é fundamental que o país invista em tecnologia e apresente soluções na área educacional. Claro, que não podemos deixar pessoas morrerem de fome, entretanto, é preciso que além de ações sociais proporcionemos, também,  educação de qualidade e capacitação para nova realidade mundial.

Desde 1993, com o Plano Real, o Brasil mudou sua trajetória e sua realidade social, porque vivíamos debaixo da opressão do processo inflacionário que aniquilou o país por quase 30 anos. Eu fui uma vítima da inflação. Na época tudo era dificílimo, lembro-me que a minha mãe ia ao mercado para comprar quantidades de produtos  acima do consumo mensal, porque sabia que tudo ia aumentar no dia seguinte. Automóveis usados valiam mais do que novos. Era a época do absurdo que o pobre vivia como miserável e aqueles que possuiam recursos viviam da especulação, contudo, hoje, estamos numa outra realidade econômica e social. A classe média expandiu-se e muitos que estavam abaixo da linha da pobreza vivem, atualmente, com mais dignidade. Todavia, o Brasil tem muito ainda que fazer no setor social, foram quase 500 anos de escravidão. A cultura do chicote, em determinados lugares, ainda sobrevive. Mas, temos muito mais que comemorar do que reclamar…

Brasil, mostra sua cara, quero ver quem paga pra gente ser assim. cazuza

Relacionados

Comente este artigo

Your email address will not be published.